Cerca de 40 anos depois do contato forçado feito pela Funai, em 1973, a família Ãwa, guiada por Tutawa Tuagaèk Jamagaèk Ãwa (líder xamã falecido em junho de 2015) mostra no filme a força de sua cosmovisão Tupi-Guarani, bem como sua capacidade de resistência no cerrado. No filme, os Avá-canoeiros do Araguaia falam pela primeira vez, e abertamente, sobre seu passado, presente e futuro.
Festivais e Mostras
19ª Mostra de Cinema de Tiradentes, Mostra Aurora, Janeiro 2016 – Seleção Oficial;
38º Cinéma du Réel – Festival du Film Documentaire, First Films Competition, Paris/França, Março 2016 – Seleção Oficial;
Fincar – Festival Internacional de Cinema de Realizadoras, Recife/PE, Julho 2016 – Seleção Oficial;
2º Pirenópolis.Doc, Festival do Documentário Brasileiro, Agosto 2016 – Seleção Oficial – Filme de abertura;
19ª FICA – Festival Internacional de Cinema Ambiental, Mostra Competitiva Internacional, Agosto de 2016 – Prêmio de Melhor Filme pelo Júri Popular e Melhor Produção Goiana;
VII Cachoeira.Doc, Mostra Competitiva de Longas e Médias Metragens, Setembro 2016 – Prêmio de Melhor filme de longa-metragem pelo júri oficial;
49º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Mostra A política no mundo e o mundo na política, Setembro 2016 – Seleção Oficial;
12º Brésil en Mouvements, Séance Acces a la Terre, Outubro 2016 – Seleção Oficial;
20º Jihlava International Documentary Film Festival, Comeptição Internacional ”Opus Bonum” Section and “Firs Lights” Section, October 2016 – Seleção Oficial;
32º Bienal Internacional de Arte de São Paulo – Pavilhão Vídeo nas Aldeias “O Brasil dos índios: um arquivo aberto”. Exposição de trecho do filme, Setembro/Dezembro 2016;
Documentário, 75min, 2016.
Marcela Borela e Henrique Borela
Vinicius Berger
Carlos Cipriano
Barroca Filmes e F64 Filmes